Meu nome foi negativado por uma dívida que não existe.
Inscrição sem lastro
Negativação indevida
Descobrir a restrição na hora da compra é o que costuma trazer a pessoa até aqui. O escritório apura a origem da inscrição, verifica se ela tem lastro e pede a retirada junto com a reparação, quando ela é cabível.
Escritório com endereço fixo em Cuiabá, no Bosque da Saúde. Atendimento presencial com hora marcada e online para todo o Brasil.
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Inscrição na OAB/MT
São as frases que mais chegam ao escritório de quem descobriu restrição no próprio nome. Se alguma descreve o seu caso, a conversa já pode começar por ela.
Meu nome foi negativado por uma dívida que não existe.
Inscrição sem lastro
Negativação indevida
Paguei a dívida e o nome continua sujo meses depois.
Falta de baixa após o pagamento
Negativação indevida
Desfizemos o contrato e mesmo assim veio a cobrança e a restrição.
Cobrança após contrato desfeito
Negativação indevida
Descobri a restrição só na hora de financiar, sem nunca ter sido avisado.
Ausência de notificação prévia
Negativação indevida
Abriram um contrato no meu nome com documento que não é meu.
Fraude com uso de dados
Negativação indevida
Contestei direto com a empresa, recebi protocolo e nada mudou.
Contestação sem resposta
Negativação indevida
O caminho vale para inscrição feita por empresa, por instituição financeira e por cartório de protesto.
01
A primeira providência é obter o extrato completo dos órgãos de proteção ao crédito, que mostra quem inscreveu, quando e com base em qual contrato. Sem essa identificação a discussão fica no vazio, porque não se questiona uma restrição sem saber quem a lançou.
02
Em seguida se examina se existe contrato válido, se o valor confere, se houve pagamento e se o débito já não estava extinto. Também se confere se a notificação prévia à inscrição foi enviada, porque a falta dela tem consequência própria, independentemente da dívida.
03
Com o quadro montado, exige-se a retirada junto a quem inscreveu e ao órgão de proteção ao crédito. Quando cabível, o pedido de reparação acompanha, e no processo é possível requerer a suspensão da restrição enquanto a discussão corre, conforme a decisão do juiz.
04
O objetivo não é a sentença, é o nome limpo. Por isso o acompanhamento segue até a confirmação da baixa nos cadastros, com notícia de cada movimentação relevante e sem depender de você ficar perguntando.
Dr. João Paulo Ferreira de Lima responde pela área de responsabilidade civil e consumidor da JPF Advocacia e atua há sete anos em Cuiabá. Restrição indevida no nome quase nunca chega sozinha: ela nasce de uma relação de consumo, é julgada como responsabilidade civil e muitas vezes tem origem numa compra de imóvel que foi desfeita.
O curso de Direito Bancário pela EBRADI ajuda na parte que costuma decidir esses casos, que é entender o contrato que originou o débito e a forma como a instituição registrou a inscrição. Sem essa leitura, discute-se a restrição sem discutir a causa dela, e o problema volta.
O escritório tem endereço fixo em Cuiabá e recebe presencialmente quem pode ir até lá. Quem está em outra cidade de Mato Grosso ou em outro estado é atendido online, por vídeo e por WhatsApp, com envio de documentos em formato digital.
O escritório fica na Av. Aclimação, 861, sala 211, no Edifício Campos Office Center, no Bosque da Saúde.
É endereço comercial fixo e aberto ao público, declarado pelo próprio escritório.
O ponto está no Google Maps pela ficha da JPF Advocacia e Assessoria Jurídica.
De segunda a sexta, das 08h às 18h, sempre com hora marcada.
O horário é combinado antes, pelo WhatsApp (65) 99947-3733 ou por telefone, para não haver espera na recepção.
A primeira conversa pode ser presencial na sala 211 ou por vídeo, com os documentos enviados em formato digital.
Dr. João Paulo Ferreira de Lima, OAB/MT 23.108, responde pelas áreas imobiliária e condominial.
Dr. Douglas Silva Barbosa, OAB/MT 23.271, responde pelo direito médico e pelo processual civil.
São sete anos de atuação em Cuiabá, com atendimento também online para quem está em outra cidade de Mato Grosso ou em outro estado.
As respostas abaixo descrevem o que a lei e os tribunais preveem em situações comuns. Elas não substituem a análise do seu caso, que depende do extrato e da origem da inscrição.
O que a lei diz sobre negativação indevida?
O Código de Defesa do Consumidor autoriza os cadastros de inadimplentes, mas impõe limites. A informação registrada precisa ser objetiva, clara e verdadeira, o consumidor deve ser comunicado por escrito antes da inscrição, e o registro não pode permanecer além do prazo legal de cinco anos. Feito o pagamento, quem inscreveu tem o dever de providenciar a baixa em prazo razoável, e a jurisprudência costuma considerar cinco dias úteis como parâmetro. Inscrição sem dívida válida, sem notificação prévia ou mantida após a quitação é irregular e pode gerar dever de reparar.
O que diz a súmula 385 do STJ?
A Súmula 385 do Superior Tribunal de Justiça estabelece que, havendo anotação preexistente legítima, não cabe indenização por dano moral quando se questiona inscrição irregular posterior, restando ao interessado o direito ao cancelamento do registro indevido. A lógica é que quem já figura legitimamente no cadastro não sofre novo abalo de crédito por uma anotação adicional. Isso não significa que nada possa ser feito: a retirada da inscrição irregular continua sendo devida. E a súmula não se aplica quando as anotações anteriores também estão sendo discutidas ou são igualmente indevidas.
O que é um processo por negativação indevida?
É a ação em que se pede a declaração de que a dívida inexiste ou não é exigível, o cancelamento do registro nos órgãos de proteção ao crédito e, quando cabível, a reparação pelo abalo sofrido. Costuma vir acompanhada de pedido de urgência para suspender a restrição enquanto o processo corre, o que depende de decisão do juiz diante da prova apresentada. A instrução se apoia no extrato do cadastro, na ausência de contrato válido ou no comprovante de pagamento, e no que a empresa apresentar como origem do débito.
Qual o valor da indenização por negativação indevida?
Não há tabela, e o valor é fixado pelo juiz diante do caso concreto. Pesam o tempo em que a restrição permaneceu, a repercussão concreta na vida da pessoa, como crédito negado ou negócio desfeito, a conduta de quem inscreveu depois de avisado do erro e a capacidade econômica do responsável. A existência de outras anotações legítimas influencia diretamente, conforme a Súmula 385. Por isso a leitura honesta do caso vem antes de qualquer expectativa, com os critérios na mesa e sem faixa de valor prometida.
Como tirar o nome do SPC e do Serasa enquanto o processo corre?
Pelo pedido de tutela de urgência, formulado já na petição inicial. O juiz pode determinar a suspensão da anotação antes mesmo da manifestação da outra parte, quando há elementos que indiquem a probabilidade do direito e risco de dano com a demora, como financiamento em andamento. A decisão depende da prova apresentada e não é automática. Antes disso, vale tentar a via administrativa: contestação junto ao próprio órgão de proteção ao crédito e reclamação formal à empresa que inscreveu, ambas documentadas com protocolo.
A discussão sobre inscrição indevida em cadastro de proteção ao crédito costuma ser resolvida pela combinação de três entendimentos: o dever de notificação prévia, a regra sobre a existência de outras anotações e a exceção recente que a limita. Conhecer as três antes de ajuizar evita tanto o pedido inviável quanto o abandono de um caso que tinha caminho. A base legal comum é o artigo 43 do Código de Defesa do Consumidor, que disciplina os bancos de dados e cadastros de consumidores e fixa os requisitos de exatidão, de comunicação e de prazo máximo de permanência do registro. O mesmo artigo exige que a informação registrada seja objetiva, clara e verdadeira, e veda o registro de dado negativo em linguagem que não permita a compreensão imediata do que está sendo apontado.
A Súmula 385 do Superior Tribunal de Justiça tem redação curta: da anotação irregular em cadastro de proteção ao crédito não cabe indenização por dano moral quando preexistente legítima inscrição, ressalvado o direito ao cancelamento. Dois pontos costumam ser lidos errado. O primeiro é que a súmula não impede o cancelamento da anotação irregular, que continua devido. O segundo é a palavra preexistente: a anotação legítima precisa ser anterior, e não apenas existente em algum momento. Anotações que também estão sendo discutidas judicialmente, ou que são igualmente indevidas, não servem de fundamento para afastar a reparação.
Em 5 de novembro de 2024, no julgamento do Recurso Especial 2.160.941 de São Paulo, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça estabeleceu que a anotação irregular que antecede a inscrição legítima caracteriza dano moral in re ipsa. O raciocínio é o de que a dignidade foi atingida no momento da anotação indevida inicial, quando ainda não havia qualquer registro legítimo, e que inscrições lícitas posteriores não apagam esse abalo já consumado. A Súmula 385 continua aplicável, mas apenas quando a inscrição legítima já existia no momento do ato ilícito. A ordem cronológica das anotações, portanto, passou a ser um dado técnico que precisa ser verificado documento a documento. Na prática, isso obriga a pedir o extrato completo com as datas de inclusão de cada apontamento logo na primeira conversa, porque é a cronologia, e não a simples existência de outras anotações, que define o caminho do pedido.
Antes de qualquer inscrição, existe um dever de comunicação. A Súmula 359 do Superior Tribunal de Justiça estabelece que cabe ao órgão mantenedor do cadastro de proteção ao crédito a notificação do devedor antes de proceder à inscrição, dever que decorre do artigo 43, parágrafo segundo, do Código de Defesa do Consumidor. A responsabilidade é do órgão que mantém o cadastro, e não do credor que solicitou a inclusão. O Superior Tribunal de Justiça também já decidiu, em 2023, que a notificação feita exclusivamente por correio eletrônico não autoriza a inscrição. A ausência de notificação válida é fundamento autônomo, independente da existência ou não da dívida. Vale registrar que a notificação é dever do órgão de cadastro, mas o credor que solicita a inclusão de dívida inexistente responde pelo próprio ato, de modo que os dois podem figurar no polo passivo conforme o que se discute.
Além da inscrição indevida em si, três situações produzem discussão autônoma. A primeira é o prazo: o Código de Defesa do Consumidor determina que os cadastros negativos não podem conter informações referentes a período superior a cinco anos, e a manutenção do registro depois desse limite é irregular ainda que a dívida tenha existido. A segunda é a baixa após o pagamento: quitada a dívida, o credor tem o dever de providenciar o cancelamento em prazo razoável, e a jurisprudência costuma trabalhar com o parâmetro de cinco dias úteis. A terceira é a remoção enquanto o processo tramita, obtida por tutela de urgência requerida já na petição inicial, que o juiz pode conceder antes da manifestação da outra parte quando há elementos que indiquem probabilidade do direito e risco de dano pela demora, situação comum quando há financiamento ou negócio em andamento.
Negativação costuma ser o desfecho de um contrato que deu errado, e por isso conversa com a área imobiliária do escritório.

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Indenização por prejuízo sofrido
Para quem teve gasto, perda ou abalo concreto por causa de outra pessoa ou de uma empresa e quer ser reparado.
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Rescisão do contrato de compra e venda
Para quem quer desfazer a compra de um imóvel ou de um lote e não concorda com o valor que a construtora ou a loteadora propõe devolver.
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Você conta o que aconteceu e o escritório orienta o extrato dos órgãos de proteção ao crédito, apura a origem da inscrição e aponta o caminho da baixa. Atendimento presencial em Cuiabá, no Bosque da Saúde, e online para todo o Brasil.
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